La Liberté

15 nov

por Naloo Panda.

kurt cobain Foto: observando.tumblr.com

A ascensão da burguesia ao poder, a diminuição da autoridade do clero e a defesa do conhecimento racional como meio para a superação de preconceitos e ideologias tradicionais (o Iluminismo): a sinergia de todos esses fatores ilustra a Revolução Francesa, que proclamou os princípios universais – Liberté, Egalité e Fraternité, de autoria de Jean-Jacques Rousseau, e aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, na qual, pela primeira vez, são oficializados as liberdades e os direitos do homem. Por convenção a essa carta, “os homens nascem e são livres e iguais em direitos” (Art. 1º) e “a liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo (…).” (Art. 4º). Assim sendo, a liberdade está intrinsecamente ligada à responsabilidade, ao passo que o ato de ser livre implica assumir o conjunto de nossos atos e responder por suas conseqüências.

A liberdade assume uma bilateralidade: por um lado, o negativo, indica ausência de submissão e de coerção; pelo lado positivo, denota autonomia e espontaneidade do sujeito racional. A espontaneidade aqui assume o conceito de Vontade, visto que o “querer ser livre” é o instrumento essencial para a libertação do homem.

No plano político, há o Anarquismo, no qual a falta de coerção é o fundamento principal, e a liberdade deixa de ser apenas abstrata, e passa a ser colocada em prática. Para a idealização desta, é necessário radicar completamente qualquer forma de autoridade. No plano filosófico, o niilismo nos volta para a nossa própria liberdade, não mais garantidas ou controladas por nada, já que ele propõe a “morte” do sentido e da finalidade.

Parafraseando Olavo Bilac, “o único meio de criar homens livres é educá-los”. Desse modo, a liberdade só é admitida com conhecimento. Pessoas que não o buscam têm dificuldades para identificar as inúmeras alternativas que existem, e colocam seu livre-arbítrio em xeque. Se você dispõe de sabedoria para entender claramente as opções, terá liberdade para escolher com responsabilidade a melhor para você.

Talvez seja o mais subjetivo e ambíguo dos sentimentos, se é que podemos chamá-lo assim. Muda de sentido e aplicação constantemente, seja ela liberdade de dogmas religiosos, políticos, de expressão, ou mesmo de escolher o que iremos cursar daqui a 2 anos. Envolve responsabilidade, consciência desse “poder incomensurável” e acima de tudo, conhecimento. Juntemos todos esses ingredientes e nos tornemos seres libérrimos, para agir e pensar.

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22 Respostas to “La Liberté”

  1. Gabriel "Gab's" SC 15 de novembro de 2009 às 16:46 #

    Redação da Andréa, nita?

  2. Gabriel "Gab's" SC 15 de novembro de 2009 às 16:47 #

    Muito bom, btw

  3. Leonardo 15 de novembro de 2009 às 17:43 #

    Gostei da postagem. Se bobear foi uma das melhores até agora no blog.
    Só gostaria de ter entendido melhor como a falta de coerção e de submissão seriam o lado negativo da moeda. Além disso, também não entendi a relação entre o livre-arbítrio e o niilismo porque, ao meu ver, ela é impossível, já que o próprio niilismo nega a idéia de livre-arbítrio.
    Sobre a educação: também não sei se concordo. De que tipo de educação e conhecimento estamos falando, afinal?

  4. Ricardo Lamacchia 15 de novembro de 2009 às 18:53 #

    Desde quando houve prática e liberdade no Anarquismo? Sobretudo, nada do que uma filosofia niilista nos passe uma falsa sensação de liberdade.

  5. Velho Lobo 16 de novembro de 2009 às 1:14 #

    Desde quando a coerção é negativa? Desde quando o anarquismo foi idealizado durante a Revolução Francesa?

    O artigo quarto convida os lobos ao banquete.

  6. Gabriel Soares 16 de novembro de 2009 às 1:55 #

    Coerção é o ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça. Desde quando isso é positivo?

    Talvez apenas nao concordo que ausencia de submissao seja negativo.

    Agora, velho lobo, nao briquemos. Desde quando o post diz que o anarquismo foi idealizado durante a Revolucao Francesa? Apenas se usou a revolucao francesa como plano de fundo, mas o tema central do artigo é a LIBERDADE. O que está muito explicito por sinal.

    Velho lobo, talvez vc possa nos passar as premissas do livro de bolso dos republicanos e nos dizer o que eles pensam sobre a liberdade, assim poderiamos ter um debate imparcial.

    Leonardo, bons apontamentos. Talvez caberia um novo post especialmente sobre a educacao.

    E… Ricardo Lamachia. Unica coisa que podemos dizer é que nos divertimos com seus comentários cada vez mais non-sense. Obrigado pelas participacoes.

  7. Ricardo Lamacchia 16 de novembro de 2009 às 3:56 #

    Leonardo, o niilismo-sartriano não nega o livre-arbítrio; que defende a total liberdade da natureza humana já que ele prega a idéia de que o ser humano tem total autonomia para o optar, escolher caminhos para a humanidade, optar a seu destino. E para aconteçer isso é necessário que o indivíduo negue todos seus valores. Nietzsche diz que para haver liberdade é necessário que o indivíduo negue todos seus valores e crenças em redução ao tudo, entrando na teoria do eterno retorno pro indivíduo ter uma vida com total liberdade.
    Gabriel, A inépcia contida nesse blog é de se admirar. Acho que nunca li tanta pregação de idéias obsoletas.

  8. Velho Lobo 16 de novembro de 2009 às 12:53 #

    A coerção política não está definida no dicionário que você buscou. A justiça – sim, aquela mesma que busca punir criminosos – é o braço de coerção do Estado.

    A leitura sem contexto da revolução foi algo bem propício para citar anarquismo. A falta de ótica na análise, sobretudo com o período que antecedeu o movimento na França, deixa parecer que o altar da liberdade se dá por um sistema sem coerção estatal.

    Eu não preciso citar a cartilha republicana, pois você mesmo o fez com este post. Os filósofos ilustrados sempre foram idolatrados pelos políticos conservadores/liberais clássicos de direita, ou, quem sabe, retrógrados, envelhecidos, ultrapassados e beligerantes para os hypes. Não há nada mais maravilhoso e conservador do que o artigo quarto. Nós adoramos 1789. E, claro, 1776.

    O primeiro parágrafo foi tão republicano, mas tão republicano, que eu até engasguei. É uma pena que o restante do post tenha batido asas para o desconhecimento de causa.

    Dica: 1917, 1949 e 1959 fazem mais a cara do blog.

  9. Leonardo 16 de novembro de 2009 às 13:10 #

    Pelo que entendi, o artigo quis dar uma roupagem mais romântica à Revolução Francesa e isso é válido. Quando os burgueses gritavam por liberdade nesse período, era a liberdade econômica que queriam. A liberdade de livre concorrência. A igualdade, pelo que vi, neste artigo, manteve o caráter original da revolução: a igualdade jurídica. A fraternidade, única não abordada, porque também não tem motivos para ser, para os burgueses seria a relação com a qual o Estado deveria lidar com seus habitantes.

    Olhe, eu acho muito bonito dar essa roupagem, e aliás, acho que a vida seria melhor se fosse mais romântica. Claro que não podemos desligar nosso senso crítico e romantizar tudo. Mas não vamos confundir aquilo que é romantizado com aquilo que é idealizado. Defender os ideais burgueses e o iluminismo não combina comigo e nem com o blog, por isso achei um tanto estranho esse primeiro parágrafo porque, mesmo que a Revolução Francesa e a burguesia tenham trazido algumas “melhoras”, utilizá-los como bandeira, embora isso ainda não esteja sendo feito, seria, no mínimo, estranho.

    E Ricardo, o Anarquismo já foi sim botado em prática. Na Espanha e até no Brasil, no Pará. Nos Estados Unidos também, se você considerar o Fourier e os falanstérios como uma coisa anarquista. Mas nenhum deles vingou, como seria de se esperar. Ao contrário, o anarco-primitivismo é praticado o tempo todo em sociedades tribais.

  10. Leonardo 16 de novembro de 2009 às 13:15 #

    Só um adendo. Gabriel, você se lembra de um filme que assistimos uma vez que se chamava Lugares Comuns? Um argentino. Pois bem, quando falei da romantização aqui dada ao movimento da revolução francesa, foi exatamente desse filme que me lembrei. No filme o personagem principal propõe uma reavivação dos valores “liberdade, igualdade e fraternidade” como eles devem ser de fato, e não como interessaram e foram convenientes aos burgueses daquele período.

  11. Gabriel Lot Soares 16 de novembro de 2009 às 15:05 #

    Claro que me lembro, filme que emocionou nossos coraçoes. Ainda mais depois da nossa viagem, caberia uma reprise desse filme, já que se passa no interior da nossa querida Argentina.

    Para esclarecimento: este post foi escrito pela nossa menina prodigio Ana Luisa, que na verdade escreveu esse artigo para sua escola e eu, depois de tomar conhecimento, sugeri que publicassemos aqui no nosso blog. Precisamos para com a ideia de que qualquer coisa que escrevemos aqui é com o intuito de virar uma BANDEIRA. Sao apenas artigos que buscam reflexao, geram inquietaçao e debates saudaveis.

    Agora, eu realmente me divirto com os efeitos que nossas postagens “liberais” causam em nosso primo e amigo Velho Lobo. Nosso querido adotou o nickname de Velho Lobo justamente por se sentir velho e solitario com suas ideias retrogradas e hoje adoradas apenas por viuvos da ditadura brasileira.

    Para quem nao sabe, nosso velho lobo adora George Bush, Dick Cheney e é fanatico pelo partido republicano americano. Além de ser católico apostolico romano. E talvez admirador de Silvinho Berlusconi.

    Mas peço que continue participando do nosso mundo virtual hype. Sei que isso gera em voce a prazerosa sensaçao de resistencia, do tipo: sou um jovem direitista e sou velho lobo solitario nesse mundo hype dos moderninhos; mas vou resistir e continuar com meus velhos ideais que aprendi quando tinha lá meus 12 anos, e nao vou mudar por nada! Morte ao Fidel!

    =*

  12. Velho Lobo 16 de novembro de 2009 às 15:56 #

    Risos. O tópico foi um verdadeiro tiro no pé. Uma palma à tolice e desconhecimento de causa de toda a minoria social hype.

    Clap.

  13. Ricardo Lamacchia 16 de novembro de 2009 às 16:52 #

    Leonardo, entendi. Mas no caso da sociedade tribal os grupos são divididos em caça e coleta, não há estratificação econômica na sociedade tribal, isso não é o oposto da idéia anarquista?

  14. Leonardo 16 de novembro de 2009 às 18:17 #

    Aí te pergunto: qual idéia anarquista? Quando falei das sociedades tribais é óbvio que me referi ao anarco-primitivismo, e não ao anarquismo de Proudhon, Bakunin ou Kropotkin. Ora, mas até mesmo estes anarquistas se inspiram nos índios da América e até o Rousseau, que nem anarquista é, mas isso não vem ao caso.

  15. Novo Pássaro 19 de novembro de 2009 às 15:34 #

    Ás vezes há algum equívoco da menina prodígia em querer parafrasear ou enaltecer algum notório para agregar valor em seus textos.
    Primeiro que parafrasear olavo bilac em conveniência do tema liberdade já é um erro, sabemos que olavo foi lider em sua época de um movimento em prol do alistamento militar obrigatório, quanta ironia não?
    Segundo, gostei de sua introdução porém não foi feliz em sua conclusão; não existe um único meio para criar-se homens livres, muito menos a liberdade ser admitida somente com o conhecimento. Após essa conclusão parafraseando Salazar “A liberdade diminui à medida que o homem evolui e se torna civilizado.”
    A liberdade é algo intimo e muito se falando de liberdade ou como conquista-la devemos nos inspirar nos animais ou aos índios, que não precisaram de conhecimento para ter o sentimento de liberdade.
    Obs: na internet tem bastante gente que fala bonito, a dica é, baixei um dicionário assim todos são mega-intelectuais 😛

  16. Gustavo Soares ( novo pássaro) 20 de novembro de 2009 às 14:57 #

    http://wapedia.mobi/pt/Iluminismo Terceiro Parágrafo, ultima frase.
    “a defesa do conhecimento racional como meio para a superação de preconceitos e ideologias tradicionais.”
    Naloo Panda “defesa do conhecimento racional como meio para a superação de preconceitos e ideologias tradicionais (o Iluminismo):”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa Segundo parágrafo.
    “e proclamou os princípios universais de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” (Liberte, Igarité, Fraternize), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau”
    Naloo Panda “que proclamou os princípios universais – Liberté, Egalité e Fraternité, de autoria de Jean-Jacques Rousseau”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa Parágrafo A Revolução, segundo parágrafo
    “aprovava-se a solene “Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão”
    Naloo Panda “e aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão,”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_dos_direitos_do_Homem_e_do_Cidad%C3%A3o Primeiro Parágrafo
    “Pela primeira vez são proclamados as liberdades e os direitos fundamentais do Homem”
    Naloo Panda “na qual, pela primeira vez, são oficializados as liberdades e os direitos do homem.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade Parágrafo Spinoza, terceiro parágrafo.
    “Associada à liberdade, está também a noção de responsabilidade, já que o acto de ser livre implica assumir o conjunto dos nossos actos e saber responder por eles.”
    Naloo Panda “Assim sendo, a liberdade está intrinsecamente ligada à responsabilidade, ao passo que o ato de ser livre implica assumir o conjunto de nossos atos e responder por suas conseqüências.”
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade Primeiro parágrafo
    “designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.”
    Naloo Panda “por um lado, o negativo, indica ausência de submissão e de coerção; pelo lado positivo, denota autonomia e espontaneidade do sujeito racional. A espontaneidade aqui assume o conceito de Vontade, visto que o “querer ser livre” é o instrumento essencial para a libertação do homem.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anarquismo Segundo Parágrafo
    “Anarquia significa ausência de coerção”
    Naloo Panda “No plano político, há o Anarquismo, no qual a falta de coerção é o fundamento principal”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anarquismo Parágrafo Liberdade, primeiro parágrafo.
    “Liberdade deixa apenas o plano abstracional (do pensamento) para ganhar uma funcionalidade prática”
    Naloo Panda “e a liberdade deixa de ser apenas abstrata, e passa a ser colocada em prática”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Niilismo Segundo Parágrafo
    “convoca-nos diante da nossa própria liberdade e responsabilidade, agora não mais garantidas, nem sufocadas ou controladas por nada”
    Naloo Panda “o niilismo nos volta para a nossa própria liberdade, não mais garantidas ou controladas por nada”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade Parágrafo Autonomia, segundo parágrafo.
    “liberdade só é admitida com uma intuição intelectual, ou seja, conhecimento.”
    Naloo Panda “a liberdade só é admitida com conhecimento.”

  17. strikingquadra 20 de novembro de 2009 às 15:21 #

    Creio que foi de extrema importancia esse apanhado publicado acima. Nao com o intuito de denegrir a imagem da nossa colaboradora, mas com a intencao de despertar na mesma o sentimento de reflexao.

    De fato, o apanhado nos mostra um excesso de colagens buscadas em uma unica fonte, no caso a internet. Talvez com as devidas citaçoes da fonte o texto ganharia mais credibilidade e nao correria o risco de parecer um plagio, o que nao é o caso aqui.

    Deve-se valorizar a pesquisa feita para estruturaçao do texto, que confio plenamente, foi da maneira mais sincera e com o desejo de fazer um bom texto e nao de fazer uma simples cópia.

    Esperamos seu proximo texto e tenho total certeza que tudo isso foi bom para todos. Para autora do texto que ira repensar a maneira como estruturar um texto e assim podera aprimorar seu estilo e sua tecnica. Bom tambem para as pessoas que fizeram os apontamentos e que pesquisaram e demonstraram a falacia de alguns pontos usando a evidencia. Oxalá todos possam usar esse ceticismo (sempre necessario) para coisas como deus, religiao e etc. E claro, foi bom para nosso blog, que foi palco de um debate saudavel de ideias e pontos.

    Abraço a todos.

  18. Conrado 20 de novembro de 2009 às 16:17 #

    tem um intelectual que afirmou que no futuro, todos saberão coisas simples como qual a capital da puta que pariu, bastará digitar no Google, e portanto, as pessoas que souberem ligar os fatos e tiverem uma inteligência mais intuitiva, se darão melhor, eu não sei, fico me perguntando como seria o Hittler com acesso à internet, no tempo dele a pesquisa era feita na raça.

  19. Velho Lobo 20 de novembro de 2009 às 18:06 #

    Já diria Big Deck:

    The house’s down.

  20. zeH 21 de novembro de 2009 às 3:18 #

    o fato do plagio pode ser amenizado!

    nao precisa chegar a o ponto de crucificar a garota , ela incorporou de fato o espirito do blog

    informativo parcial e hype, (termo que aprendi a menos de um mes)

    ela soh foi menos sagaz no caso!

    acontece

    a essencia da parada eh otima, bom ja que sou zeh mané nao preciso de eufemismos
    se fossemos discutir algo nobre ainda seria valido !

    mas como eh futilidade fodasse, nao agrega nada!

    o intuito eh a audiencia neh, entao foi o dia mais vitorioso do blog!!!

    abraçoss sucesso

  21. Ricardo Lamacchia 21 de novembro de 2009 às 7:45 #

    Gustavo discípulo de Sherlock Holmes, ou melhor, de Hercule Poirot.

  22. Ricardo Lamacchia 21 de novembro de 2009 às 7:52 #

    Dicionário o pai dos burros? que nada! ctrl +c , ctrl + v

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